Terapia para Ansiedade Femina
Você se sente constantemente no limite? Vive em uma exaustão silenciosa, onde cada dia é uma maratona para ser produtiva, atenciosa, bonita e impecável em todos os papéis?
Seja no trabalho, na maternidade ou na vida social, a ansiedade feminina não é apenas um “excesso de preocupação”. Ela é o eco de uma construção social que impõe à mulher a obrigação de performar a perfeição.
O Preço de Ter que Ser Sempre Suficiente
A sociedade nos ensina que a mulher de sucesso deve ter uma carreira brilhante, um lar organizado, um corpo dentro do padrão e ainda estar emocionalmente disponível. Essa cobrança incessante é internalizada, transformando o “dever” em uma vigilância interna cruel.
Essa performance exaustiva gera uma angústia que se manifesta como:
- Ansiedade Funcional: Você está sempre fazendo algo, mas nunca se sente no controle.
- Burnout: Esgotamento por tentar dar conta de uma jornada dupla (ou tripla).
- Medo do Julgamento: O pavor de falhar ou de ser criticada, traduzido no sintoma de ansiedade.
A Perspectiva da Psicanálise: O que a Ansiedade Esconde?
Na Psicanálise, a ansiedade é um sinal. Ela não é o problema final, mas a manifestação de um conflito interno profundo, muitas vezes inconsciente, que a sobrecarga social apenas acentua.
Não basta apenas gerenciar o tempo ou fazer exercícios de respiração. É preciso ir à raiz do sintoma:
- O Desejo do Outro: De quem é essa exigência de perfeição que você carrega? É sua ou do olhar do “Grande Outro” (a cultura, a família, o social) que você teme?
- A Sua Própria Voz: O que está sendo silenciado ou reprimido em nome dessa “performance”? A ansiedade é, muitas vezes, o retorno (barulhento) daquilo que você se proibiu de desejar ou de ser.
A Terapia como Ponto de Ruptura
A psicoterapia de abordagem psicanalítica não oferece soluções prontas, mas um espaço seguro e ético para desconstruir o peso que você carrega.
Não vamos apenas tratar o sintoma; vamos escutar o que sua ansiedade está tentando dizer. É no divã que você pode:
- Nomear o Conflito: Dar voz ao que te consome e que não tem espaço no dia a dia.
- Resgatar a Sua Autoria: Diferenciar o que é seu desejo do que é a expectativa social.
- Aliviar a Vigilância: Diminuir a força do juiz interno que exige a performance inatingível.
Chega de ser refém da performance. Permita-se parar de “dar conta” e começar a se escutar.
Se a exaustão se tornou o seu normal, o momento de buscar ajuda é agora. Agende sua primeira sessão e inicie o caminho para a redescoberta da sua liberdade subjetiva.
